26 Abril, Día Visibilidade Lésbica

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EXPOSICIÓN DE CURTAMETRAXES TEMÁTICA LÉSBICA.


do 23 ao 27 de abril


casa da muller (rúa romil, 20, vigo)


pases ás 18, 19 e 20h


actos de rúa


26 de abril


rúa do Principe (vigo)


a partir das 19.30h


mesa redonda:

“Lésbica e trans, e nai, e xoven...

lésbica e muller”


27 de abril


casa da muller (rúa romil, 20, vigo)


ás 20h


O goberno español abandona a resposta ante o VIH-sida.

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Coa publicación dos Presupostos Xerais do Estado, confirmase o medo latendte dos últimos meses, o Plan Nacional sobre a Sida, financiado o ano pasado con 6 millons de euros (entre subvencións, transferencias ás Comunidades Autónomas e a propia actividade do plan) dirixidos a prevención e a atención de persoas afectadas, desaparece desta partida de 2012, quedando soamente reflectido un total de 3 millóns de euros para "actividades de loita contra a sida", perdendose a parte destinada ás Comunidades Autónomas e deixando a partida como axudas a ONG's.

A isto a Secretaría Xeral de Sanidade, esta convencida de que "os gobernos autonómicos seguirán apoiando estas iniciativas" e recorda que "as comunidades teñen autonomía propia para definir a súa aportación a cada estratexia de saúde".
Pois nada, será que isto tennos que deixar máis tranquilas!!!! compañeirxs de CESIDA confirman que esta eliminación pondrá en perigo a resposta ante o VIH, recordemos que os últimos estudos confirman o seu aumento en xente cada vez máis nova e especialmente HSS, xa que estes cartos das Comunidades destinabanse a subvencionar accións de prevención das ONG's, locais ou autonómicas, entidades especializadas en VIH que desenvolven accións con colectivos aos que o sistema público non chega.....

Triste....e vergoñento que, ante unha situación que aféctanos a todxs e que deberíase traballar de xeito prioritario e afrontalo con todas as ferramentas posibles e nas nosas mans, quede relegada, afastada e ata vilipendiado nuns presupostos xerais nos que non se atreven nin a concretar e aclarar o agravio.

Opinións das propias entidades:

Jancho Barrios, miembro de la Comisión Ejecutiva de CESIDA, esto supone “un golpe durísimo a la atención y prevención del VIH y el sida, puesto que las ONG no podrán a llevar a cabo estas acciones de prevención y muchas de las personas que acuden a esas ONG locales no tendrán donde acudir”


Montse Pineda se trata de “un ataque a un modelo de participación de la ciudadanía, dirigido a fragilizar la sociedad civil organizada y los derechos de la ciudadanía. Supone un ataque al movimiento asociativo VIH y sida que durante los últimos 30 años ha formado parte del sistema sanitario y social y que ha contribuido a mantener estable la infección por VIH en el estado español, cuyas acciones han sido la puerta de entrada para la intervención con colectivos en situación de mayor vulnerabilidad a los que el sistema público no puede acceder”


Marta Pastor, presidenta de FUNSIDA, destaca que “al eliminar las transferencias a las comunidades autónomas para el desarrollo de acciones de prevención del VIH, el Gobierno no asume su responsabilidad para cumplir con los compromisos nacionales e internacionales adoptados, poniendo de parapeto a las comunidades como responsables de no poder cumplir con los objetivos de prevención del VIH”

Ante esta situación, as plataformas estatais e organizacións civís que traballan na resposta do VIH e sida solicitan a Ministra de Sanidade unha reunión para clarificar a situación, de por sí contradictoria en algúns medios e que non concreta que pasará co Plan Nacional.

Seguiremos informando.

Podedes atopar os Presupostos Xerais do Estado no seguinte enlace:

http://www.sepg.pap.minhap.gob.es/Presup/PGE2012Proyecto/MaestroTomos/PGE-ROM/doc/L_12_A_G16.PDF

Love Story. Breve recorrido pola loita LGTB en favor do matrimonio igualitario.

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MULHERES GALEGAS EM LUITA POLOS NOSSOS DIREITOS!

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Neste contexto de crise capitalista, todos os governos lançam a mesma mensagem: fai-se-nos responsáveis dela e demandam-nos austeridade, sacrifício e resignaçom ; enquanto destinam ajudas milionárias para garantir os interesses e privilégios da banca, grandes empresas e fortunas, monarquia, exército ou igreja católica.

Di-se-nos que nom há dinheiro para a sanidade e o ensino públicos, que o sistema de pensons é insustentável, que é preciso continuar a reformar o mercado de trabalho; entretanto, privatizam os bens mais básicos como a auga. Dizem-nos que nom há recursos, para nós; dizem-nos que há que baixar soldos e pensons, os nossos... Já está bem!


Este 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres, mulheres galegas de diferentes colectivos queremos denunciar a precariedade à que sempre estivemos submetidas polo sistema capitalista, baseado em que os esforços sempre recaiam sobre a mesma parcela da sociedade: a classe trabalhadora e os sectores populares. O suposto plano de actuaçons contra a crise responde a motivos ideológico-políticos muito máis que a fundamentos económicos e, no caso das mulheres, as políticas de ajuste estám a ter um efeito perverso sobre as nossas condiçons de vida e um retrocesso de lustros nos direitos que mediante anos de luita feminista alcançamos.

A actual ofensiva patriarcal está a acadar cotas insuspeitadas. Só assim se explica o recrudescimento do machismo nas instituçons, a ausência de políticas feministas reais, a eliminaçom de organismos como o Serviço Galego de Igualdade, os Centros de Informaçom às Mulheres e de orientaçom afectivo-sexual; os impedimentos para aceder a métodos contraceptivos e, sobre todo, a última proposta de derrogar a Lei do aborto, que tem o seu máximo ponto de partida na retrógada Lei da Família. A devandita normativa pretende instaurar o controle alheio sobre o nosso corpo e sexualidade, voltando a situar às mulheres na esfera doméstica.

Paralelamente, estamos a suportar umha vertiginosa escalada de precariedade laboral, que se expressa numha cada vez maior temporalidade, no aumento da contrataçom a tempo parcial e em soldos insuficientes que impedem o goze dumha vida digna, plena e autónoma. Esta situaçom, que afecta a toda a sociedade, tem umha maior repercussom nas mulheres devido aos maiores obstáculos para aceder e permanecer no mercado laboral em igualdade de condiçons.

Se falamos das mulheres labregas há que engadir as dificuldades para aceder à titularidade das explotaçons ainda hoje e, no caso das mulheres migrantes e das empregas do fogar, a situaçom agrava-se, já que à inseguridade laboral há que somar-lhe a jurídica.

Incrementa-se a explotaçom, já que sobre nós seguem a recair as tarefas do fogar e de cuidado de menores, maiores e pessoas em situaçom de dependência. Trabalho invisível que nom conta com remuneraçom nem reconhecimento social algum, imposto pola desigual assinaçom de roles entre homes e mulheres e que esta crise nom faz senom acentuar.

Que as mulheres nom somos nada para os poderes políticos, religiosos e económicos que nos governam é tam evidente, que nom só se reflicte em que sejamos as que mais gravemente sofremos as consequências da crise, senom tamém em que as primeiras instituçons desmanteladas fôrom as que trabalhavam pola igualdade, a informaçom e a protecçom às mulheres. Neste alarde de machismo, superioridade e hipocrisia, os diferentes governos renunciam garantir o direito das mulheres a vivirmos sem violências, ignorando a sua consequência mais extrema: que cada ano, mais de 70 mulheres som assassinadas só no estado espanhol.

Como é possível, nesta realidade, que se eliminem as políticas de igualdade e educaçom sexual?


Por todo isto, neste 8 de Março, as mulheres feministas galegas em luita polos nossos direitos ESIXIMOS:

Medidas concretas e recursos públicos em todos os âmbitos para erradicar a violência machista (educativos, sanitários, de informaçom e de protecçom).

Sanidade pública, universal e gratuita de qualidade, com atençom especializada na saúde das mulheres.

Ensino público, gratuito, nom sexista, laico, de qualidade e em galego.

Prestaçons sociais e pensons dignas. Estabelecer medidas de acçom positiva para evitar as desigualdades no aceso e na quantia das pensons, derivadas de situaçons de discriminaçom.

Medidas para equiparar os direitos laborais e de protecçom social das trabalhadoras do serviço doméstico cos demais regimes.

Medidas que facilitem a regularizaçom das pessoas migrantes residentes e que garantam a plena igualdade de direitos co conjunto da populaçom galega.

Acçons dirigidas a eliminar as desigualdades salariais, a temporalidade, a precariedade dos trabalhos feminizados e a sobre-explotaçom das mulheres.

Aplicaçom da Lei de titularidade compartida nas explotaçons agrárias.

Umha política laboral, agrária, alimentária, fiscal e social em funçom das necessidades da cidadania, que estabeleça medidas de acçom positiva para pôr fim à discriminaçom das mulheres e que ponha freio à emigraçom da mocidade galega.

Seviços sociais públicos de qualidade que dem cobertura às necessidades de cuidado de familiares e pessoas a cargo.

Medidas que permitam compatibilizar a vida pessoal, familiar e laboral, tanto aos homes como às mulheres.

Medidas urgentes para a creaçom e a estabilidade do emprego. Implantaçom de medidas dirigidas a eliminar a discriminaçom salarial das mulheres.

Medidas que garantam umha vida plena para as pessoas com diversidade funcional.

Direito a gozarmos a nossa sexualidade, seja cal for a nossa condiçom sexual e a desenvolvermos um projecto de vida em liberdade e equidade.

Respeito aos nossos direitos sexuais e reprodutivos, que inclui o controle dos nossos corpos, garantindo o direito ao aborto gratuito na sanidade pública.


Domingo 11 de Março, sai á rua connosco para berrarmos polos nossos direitos!

Participa na mobilizaçom que sairá às 12 horas da estaçom de comboio de Compostela!


Colabora: Investigación sobre acoso escolar e risco de suicidio

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SE TÉS MENOS DE 25 ANOS, PARTICIPA NESTE ESTUDIO FUNDAMENTAL PARA A SAÚDE DOS E DAS XÓVENES

Dende a Área de Educación da FELGTB e a Comisión de Educación de COGAM estase a levar a cabo unha investigación có fin de coñecer a vinculación entre o acoso escolar homofóbico e o risco de suicidio en adolescentes e xócnees lesbianas, gais e bisexuais.

Tratase dun tema que ata o de agora invisibilizase, ocultase tratando de non asumir esta dificil realidade.

A enquisa é totalmente anónima e confidencial. Para respostar tes que ter un máximo de 25 anos e vivir en España.
A túa resposta axudará a coñecer de primeira man a realidade da xuventude LGB.
Non leva máis de 15 minutos, grazas, por adiantado.

Link enquisa:

Retrátate ante o VIH

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Neste link podedes atopar unha acción sencilla pero importante para a loita contra a discriminación e a estigmatización das persoas con VIH.

Todxs coas nosas fotos sumamos e podemos facer unha marea de apoio, de solidariedade, unha marea de concienciación e de visibilidade.

Cumplense 30 anos dende o primeiro diagnóstico de VIH e non deixan de incrementarse os novos casos, especialmente entre homes que teñen sexo con homes. Cada ano producense novas infeccións, saltando as alertas no incremento de novas infeccións en rapaces menores de 20 anos. Este incremento pode verse debido a que a percepción do VIH/sida como unha enfermedade crónica fai que se baixe o coidade ante as relacións de risco e na realización da proba do VIH.

Precisamos de medidas que den unha resposta clara e contundente ante esta situación, as medidas tomadas ata o de agora (principalmente campañas informativas carentes de apoio educativo) non foron suficientes....ademáis das novas infeccións, temos que recordar que o VIH sobreapasa o ámbito sanitario incidindo gravemente no ámbito social das persoas que o portan, un estigma asociado ao VIH que fai que moitas persoas do noso entorno vivan discriminadas. Isto debese, unha vez máis, ao descoñecemento por parte de todas e todos da infección, ao silencio que ahi ao seu redor, a falta de accións educativas que rompan esta estigmatización que soamente funciona como unha barreira máis para a prevención e o control da infección, retrasando en moitos casos o diagnóstico, elevando os costes sanitarios, sociais e persoais.

E por todo isto, que dende Nós Mesmas exisimos ás autoridades sanitarias e educativas unha maior incidencia e un maior compromiso coa loita contra o VIH, e que esta non se quede en simples campañas con preservativo incluido (pero que non as quiten tampouco! que repartan máis e de balde! sempre de balde!!). E solicitamos todo o apoio por parte da sociedade neste día e no resto do ano.

Falemos abertamente do VIH/sida, informémonos, formemos a outrxs....e visibilicemos que é unha realidade cercana.

SE O VIH NON DISCRIMINA, NON O FAGAS TI.



“PARA CAMBIAR O MUNDO, ACABAR COA VIOLENCIA MACHISTA”

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MARCHA MUNDIAL DAS MULLERES

Día Internacional contra a Violencia Machista

25 de novembro de 2011


Dise do Feminismo que é a revolución silenciosa do século XX. Mais non podemos dar a razón a quen afirma que esta é unha revolución sen sangue. Neste novo século, como no anterior, esta revolución segue a engrosar a súa listaxe de mártires.

Desde a dereita política, mediática e relixiosa, fálase dunha perda dos valores da familia. E así é. O seu modelo de familia está en crise. Cada dia mais persoas aspiran a modelos de convivencia e afecto, máis democráticos que o seu modelo patriarcal. Cada dia mais mulleres e mais homes aceptan outros valores de convivencia: a igualdade, a corresponsabilidade, a cultura do diálogo, dos acordos...

Mais tamén quedan moitos homes, organizacións políticas, relixiosas e sociais, que se resisten ao cambio. A pandemia da resistencia machista mostra repuntes no poder xudicial ( actuacións en Sevilla e Murcia), no poder político (Lei da Familia do Parlamento Galego), nas institucións académicas (teoría do Síndrome da Alienación Parental), nas educativas (louvanzas á segregación por sexos), nas relixiosas (carta pastoral do bispo de Granada)... mentres se vai conformando un cambio político e económico que está levando aparellado unha perda importante de dereitos fundamentais, e un ataque sen precedentes aos servizos públicos, que en moitas ocasións aseguraban o exercicio deses dereitos. Un cambio político cuxos protagonistas aspiran a abolir leis que supuxeron logros importantes na vida de moitas mulleres e homes, a Lei de Igualdade, a Lei Integral contra a Violencia Machista, a Lei do Aborto, as reformas no Código Civil que igualan en dereitos ás persoas sen distinción da súa opción sexual.

O sistema económico, que nestes dous últimos anos acelerou a súa voracidade engulindo recursos públicos e impoñendo un modelo social de competitividade, acumulación e usura, impón ao poder político, recortar e abolir todas aquelas políticas de igualdade encamiñadas a previr a violencia machista, á atención ás vítimas e á concienciación da sociedade. Políticas que desde o Feminismo avaliabamos como insuficientes, pero que marcaban o camiño que había que encetar para conseguir arrincar o machismo das nosas vidas.

Cada día, diante do asasinato dunha muller a mans do seu ex marido, ou do seu compañeiro, as autoridades condenan os feitos, a veciñanza manifestase rexeitando a agresión e pedindo xustiza,preguntándose por que continua engrosándose esta tráxica lista de mulleres vítimas da violencia machista. Un feminicidio que vai marcando cada dia mais aldeas, vilas e cidades, no mapa dos asasinatos machistas.

As mortes por violencia machista, por moi inexplicables que parezan, non son actos illados, fortuítos, senón que obedecen a unha cultura patriarcal no que as mulleres non teñen dereito a decidir sobre a súa vida. Son a reacción violenta de quen se cree posuidor dun ben, dunha propiedade, ou dunha escrava.

A solución non é doada e necesita do compromiso de todos e de todas, porque precisa de cambios profundos dado que o machismo está enraizado na nosa sociedade e non estamos facendo o preciso para desbotalo.

Ao feminismo non nos asusta continuar coa nosa responsabilidade e activismo na loita contra a violencia machista...non queremos que se volva ao pensamento de que a violencia machista son “os trapos sucios que hai que lavar na casa”.

Queremos concienciar sobre as estruturas sociais que alimentan e reproducen o machismo.

Queremos deixar claros os vínculos que existen entre a desigualdade e a violencia machista.

Queremos facer reaxir á sociedade ante a perda de dereitos e ante o desmantelamento de servizos públicos.

EN NOME DE TODAS AS MULLERES ASASINADAS CANDO PRETENDIAN RECONQUISTAR A SÚA PROPIA VIDA E POR TODAS ÁS QUE ESTAMOS A SUFRIR VIOLENCIA NON PODEMOS CONSENTIR NINGÚN PASO ATRAS.

25 DE NOVEMBRO DE 2011

A Marcha Mundial das Mulleres convida a participar nos actos programados en Vigo, polo Día Internacional contra a Violencia Machista baixo o lema:

PARA CAMBIAR O MUNDO, ACABAR COA VIOLENCIA MACHISTA”

Vigo

Xoves 24 e venres 25 de novembro "Museo interactivo contra a violencia machista". Diante do Marco.

25 de novembro de 2011, venres às 20:00 h. Manifestación desde a Farola de Urzáiz