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NÓS MESMAS
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Pola loita dos dereitos das mulleres lesbianas, bisexuais, trans e persoas trans e non binarias.
Queda moito por facer para ser Nós Mesmas
Nin disfóricas nin incongruentes.
Reivindicación
Bicada polas rúas do centro Vigo.

EXPOSICIÓN DE CURTAMETRAXES TEMÁTICA LÉSBICA.
do 23 ao 27 de abril
casa da muller (rúa romil, 20, vigo)
pases ás 18, 19 e 20h
actos de rúa
26 de abril
rúa do Principe (vigo)
a partir das 19.30h
mesa redonda:
“Lésbica e trans, e nai, e xoven...
lésbica e muller”
27 de abril
casa da muller (rúa romil, 20, vigo)
ás 20h

Jancho Barrios, miembro de la Comisión Ejecutiva de CESIDA, esto supone “un golpe durísimo a la atención y prevención del VIH y el sida, puesto que las ONG no podrán a llevar a cabo estas acciones de prevención y muchas de las personas que acuden a esas ONG locales no tendrán donde acudir”
Montse Pineda se trata de “un ataque a un modelo de participación de la ciudadanía, dirigido a fragilizar la sociedad civil organizada y los derechos de la ciudadanía. Supone un ataque al movimiento asociativo VIH y sida que durante los últimos 30 años ha formado parte del sistema sanitario y social y que ha contribuido a mantener estable la infección por VIH en el estado español, cuyas acciones han sido la puerta de entrada para la intervención con colectivos en situación de mayor vulnerabilidad a los que el sistema público no puede acceder”
Marta Pastor, presidenta de FUNSIDA, destaca que “al eliminar las transferencias a las comunidades autónomas para el desarrollo de acciones de prevención del VIH, el Gobierno no asume su responsabilidad para cumplir con los compromisos nacionales e internacionales adoptados, poniendo de parapeto a las comunidades como responsables de no poder cumplir con los objetivos de prevención del VIH”
Ante esta situación, as plataformas estatais e organizacións civís que traballan na resposta do VIH e sida solicitan a Ministra de Sanidade unha reunión para clarificar a situación, de por sí contradictoria en algúns medios e que non concreta que pasará co Plan Nacional.
Seguiremos informando.
Podedes atopar os Presupostos Xerais do Estado no seguinte enlace:
http://www.sepg.pap.minhap.gob.es/Presup/PGE2012Proyecto/MaestroTomos/PGE-ROM/doc/L_12_A_G16.PDF

Neste contexto de crise capitalista, todos os governos lançam a mesma mensagem: fai-se-nos responsáveis dela e demandam-nos austeridade, sacrifício e resignaçom ; enquanto destinam ajudas milionárias para garantir os interesses e privilégios da banca, grandes empresas e fortunas, monarquia, exército ou igreja católica.
Di-se-nos que nom há dinheiro para a sanidade e o ensino públicos, que o sistema de pensons é insustentável, que é preciso continuar a reformar o mercado de trabalho; entretanto, privatizam os bens mais básicos como a auga. Dizem-nos que nom há recursos, para nós; dizem-nos que há que baixar soldos e pensons, os nossos... Já está bem!
Este 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres, mulheres galegas de diferentes colectivos queremos denunciar a precariedade à que sempre estivemos submetidas polo sistema capitalista, baseado em que os esforços sempre recaiam sobre a mesma parcela da sociedade: a classe trabalhadora e os sectores populares. O suposto plano de actuaçons contra a crise responde a motivos ideológico-políticos muito máis que a fundamentos económicos e, no caso das mulheres, as políticas de ajuste estám a ter um efeito perverso sobre as nossas condiçons de vida e um retrocesso de lustros nos direitos que mediante anos de luita feminista alcançamos.
A actual ofensiva patriarcal está a acadar cotas insuspeitadas. Só assim se explica o recrudescimento do machismo nas instituçons, a ausência de políticas feministas reais, a eliminaçom de organismos como o Serviço Galego de Igualdade, os Centros de Informaçom às Mulheres e de orientaçom afectivo-sexual; os impedimentos para aceder a métodos contraceptivos e, sobre todo, a última proposta de derrogar a Lei do aborto, que tem o seu máximo ponto de partida na retrógada Lei da Família. A devandita normativa pretende instaurar o controle alheio sobre o nosso corpo e sexualidade, voltando a situar às mulheres na esfera doméstica.
Paralelamente, estamos a suportar umha vertiginosa escalada de precariedade laboral, que se expressa numha cada vez maior temporalidade, no aumento da contrataçom a tempo parcial e em soldos insuficientes que impedem o goze dumha vida digna, plena e autónoma. Esta situaçom, que afecta a toda a sociedade, tem umha maior repercussom nas mulheres devido aos maiores obstáculos para aceder e permanecer no mercado laboral em igualdade de condiçons.
Se falamos das mulheres labregas há que engadir as dificuldades para aceder à titularidade das explotaçons ainda hoje e, no caso das mulheres migrantes e das empregas do fogar, a situaçom agrava-se, já que à inseguridade laboral há que somar-lhe a jurídica.
Incrementa-se a explotaçom, já que sobre nós seguem a recair as tarefas do fogar e de cuidado de menores, maiores e pessoas em situaçom de dependência. Trabalho invisível que nom conta com remuneraçom nem reconhecimento social algum, imposto pola desigual assinaçom de roles entre homes e mulheres e que esta crise nom faz senom acentuar.
Que as mulheres nom somos nada para os poderes políticos, religiosos e económicos que nos governam é tam evidente, que nom só se reflicte em que sejamos as que mais gravemente sofremos as consequências da crise, senom tamém em que as primeiras instituçons desmanteladas fôrom as que trabalhavam pola igualdade, a informaçom e a protecçom às mulheres. Neste alarde de machismo, superioridade e hipocrisia, os diferentes governos renunciam garantir o direito das mulheres a vivirmos sem violências, ignorando a sua consequência mais extrema: que cada ano, mais de 70 mulheres som assassinadas só no estado espanhol.
Como é possível, nesta realidade, que se eliminem as políticas de igualdade e educaçom sexual?
Por todo isto, neste 8 de Março, as mulheres feministas galegas em luita polos nossos direitos ESIXIMOS:
Medidas concretas e recursos públicos em todos os âmbitos para erradicar a violência machista (educativos, sanitários, de informaçom e de protecçom).
Sanidade pública, universal e gratuita de qualidade, com atençom especializada na saúde das mulheres.
Ensino público, gratuito, nom sexista, laico, de qualidade e em galego.
Prestaçons sociais e pensons dignas. Estabelecer medidas de acçom positiva para evitar as desigualdades no aceso e na quantia das pensons, derivadas de situaçons de discriminaçom.
Medidas para equiparar os direitos laborais e de protecçom social das trabalhadoras do serviço doméstico cos demais regimes.
Medidas que facilitem a regularizaçom das pessoas migrantes residentes e que garantam a plena igualdade de direitos co conjunto da populaçom galega.
Acçons dirigidas a eliminar as desigualdades salariais, a temporalidade, a precariedade dos trabalhos feminizados e a sobre-explotaçom das mulheres.
Aplicaçom da Lei de titularidade compartida nas explotaçons agrárias.
Umha política laboral, agrária, alimentária, fiscal e social em funçom das necessidades da cidadania, que estabeleça medidas de acçom positiva para pôr fim à discriminaçom das mulheres e que ponha freio à emigraçom da mocidade galega.
Seviços sociais públicos de qualidade que dem cobertura às necessidades de cuidado de familiares e pessoas a cargo.
Medidas que permitam compatibilizar a vida pessoal, familiar e laboral, tanto aos homes como às mulheres.
Medidas urgentes para a creaçom e a estabilidade do emprego. Implantaçom de medidas dirigidas a eliminar a discriminaçom salarial das mulheres.
Medidas que garantam umha vida plena para as pessoas com diversidade funcional.
Direito a gozarmos a nossa sexualidade, seja cal for a nossa condiçom sexual e a desenvolvermos um projecto de vida em liberdade e equidade.
Respeito aos nossos direitos sexuais e reprodutivos, que inclui o controle dos nossos corpos, garantindo o direito ao aborto gratuito na sanidade pública.
Domingo 11 de Março, sai á rua connosco para berrarmos polos nossos direitos!
Participa na mobilizaçom que sairá às 12 horas da estaçom de comboio de Compostela!
Todo isto en que se traduce?
Traducese nun grupo aberto e cambiante de persoas, cada unha cos seus propios criterios sobre cales son os temas que máis nos afectan, pero dende o traballo asambleario e horizontal, buscamos puntos en común, respetando as nosas diferencias.
Queremos facer, crear, aportar ideas e accións para erradicar a discriminación que segue existindo contras o colectivo LGTBI, e sobre todo, as mulleres lesbianas, bisexuais e trans na Galiza e no mundo.
Levámolo a cabo mediante accións sociais nacidas e impulsadas por as propias participantes que rachen có patriarcado e o cisheterosexismo social e nos empoderen co fin de rematar coa violencia social e institucionalizada contra as disidencias.
Queremos facer, crear e aportar ideas e accións por que se non nos facemos ver e oír, segueremos sen avanzar, e queda moito camiño por percorrer!!!